Ardina
Bruna Chichavel, Luís Lopes, Maria Luísa Pinto e Roberta Miranda
Criada no âmbito de um revivalismo da fonte Tialira, do celebrado tipógrafo português Manuel Pereira da Silva, a Ardina foi coletivamente desenvolvida por Bruna Chichavel, Luís Lopes, Maria Luísa Pinto e Roberta Miranda. Trata-se de uma fonte com corpo tipográfico sem serifa, de formas simples e geométricas.





Partindo de uma pesquisa sobre famílias do mesmo cariz, conhecidas tanto a nível global como local, foi também inspirada por tipos como a Futura (1927) de Paul Renner, procurando desafiar algumas regras e visando prosperar no tempo.
A Ardina foi construída com o intuito de ser uma família variável, que, graças às suas proporções amplas e estrutura modular abrange várias larguras, desde o Regular ao Ultra Wide. Aproveitando o seu potencial plástico, foi desenvolvido um peso Manual, inspirado em réguas stencil. Esta variação de pesos permite que os tipos sejam adequados para uma série de utilizações, como texto corrido, capas de livros, jornais, logótipos, branding e outros.
A Ardina é uma fonte tipográfica para o cidadão comum que respeita os clássicos, mas que também vislumbra alguma quantidade de vanguarda e humor no seu quotidiano.
Ficha técnica:
Ano: 2025
Dimensões: 54 páginas
Materiais: Papel Munken 100 g.
Produção e acabamentos: Impressão offset na Norcópia; corte a laser dos stencils e impressão 3D dos caracteres na oficina da faculdade; impressão tipográfica; encadernado à mão com costura copta; acabamentos pelo grupo.
Recursos e créditos: Textos da autoria e responsabilidade dos autores identificados; gráficos com métodos desenvolvidos por Bruno Barros e Pedro Amado; imagens recolhidas por Rafael Monte; software: FontLab 8, Adobe InDesign e Adobe Illustrator.
Unidade Curricular:
Design de Tipos (1.º ano)
Docente:
Pedro Amado
Palavras-chave: Tipografia, Design Editorial, Fonte Variável